O jornal eletrônico de Águas Claras • Domingo, 19 de Agosto de 2018

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Brasil

Paralisação dos caminhoneiros nas BR’s do DF e entorno

Desde a manhã de segunda-feira (21) a Polícia Rodoviária Federal monitora as atividades dos caminhoneiros que resolveram paralisar em protesto ao preço dos combustíveis.

 

Confira as últimas atualizações:

BR 040, Km 10, em Luziânia/GO (altura da Bunge)
08h40

A manifestação está pacífica e segue nos dois sentidos. Os caminhoneiros solicitam a parada apenas de outros caminhoneiros, posicionando-se às margens da rodovia e mantendo livre o acesso de veículos de passeio.
A orientação da equipe aos manifestantes é que não coloquem veículos sobre a rodovia, no que estão sendo atendidos.
1 km de trânsito lento, ambos os sentidos.

Cerca de 30 manifestantes, 4 caminhões no acostamento e os demais no pátio do Posto Machado
Reivindicam redução dos preços de combustíveis.
Equipe PRF no local com apoio da PMGO

BR 050, KM 98, Cristalina/GO
10h06.

Interdição em ambos os sentidos, congestionamento ainda no início. Cerca de 20 manifestantes, 2 caminhões no acostamento. Reivindicam redução dos preços de combustíveis. PMGO no local, equipe PRF em deslocamento.

BR 020, KM 1,8, Formosa/GO
09h39

Estão convidando os caminhoneiros a aderirem a paralisação e estão parando fora da faixa de rolamento (estão nas proximidades do Posto Divisão). Houve um princípio de queima de pneus, mas agora a situação segue pacífica.
Cerca de 40 manifestantes, 10 caminhões no estacionamento do Posto Divisão.
Reivindicam redução dos preços de combustíveis.
Equipe PRF no local.

BR080, Km 0/GO (divisa)
10h15
Informações de bloqueio, equipe PRF deslocando para averiguar

 

Reivindicações

Os caminhoneiros aprovaram a paralisação, em assembleia, reunindo 120 sindicatos e a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) em protesto ao reajuste no preço do óleo diesel e à cobrança de pedágio, quando eles trafegam vazios e com os eixos dos caminhões suspensos.

A CNTA informa que responde por 1 milhão de caminhoneiros em todo o país. As queixas sobre a cobrança de pedágio se refere principalmente às rodovias estaduais no Paraná, em São Paulo e no Mato Grosso.

Os caminhoneiros pedem ainda a criação de um subsídio ou a redução da carga tributária, Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social que custam13% sobre o valor do diesel e ICMS, mais 16%, e somados representam mais de 50% do custo do frete praticado.

A paralisação deflagrada hoje não tem prazo para acabar.

 

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Com informações da PRF e Agência Brasil

 

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