O jornal eletrônico de Águas Claras • Sexta Feira, 17 de Agosto de 2018

0

eleições

PTB e PSD oficializam apoio a Alckmin nas eleições presidenciais

Os partidos confirmaram apoio à candidatura dentro de suas respectivas convenções

Após confirmar sua aliança com o chamado Centrão da casa – PP, PR, DEM, PRB e Solidariedade – Alckmin consegue o apoio de mais dois partidos neste sábado (28).

A convenção nacional do PSD referendou apoio ao pré-candidato à Presidência pelo PSDB Geraldo Alckmin. Reunidos na capital paulista na manhã desta sábado, os delegados nacionais do partido aprovaram a aliança com o PSDB, rejeitando a proposta de candidatura própria, que tinha a indicação de Guilherme Afif Domingos para presidente.

O presidente do partido Gilberto Kassab, ressaltou que o apoio do partido ao candidato Geraldo Alckmin é importante, por consolidar uma “candidatura de centro e conciliadora”. “É uma candidatura que procura isolar as propostas radicais, seja as de esquerda ou as propostas conservadoras de direitas. É o rumo que o Brasil precisa”, afirmou Kassab.

 

Publicidade

Na opinião do presidente licenciado do PSD, o país precisa de “tranquilidade, e de líderes que tenham condições de somar todas as correntes políticas para que possam ser concluídas as reformas para retomada do crescimento e desenvolvimento do país, além da estabilidade econômica, política e social.

“Vamos apresentar nossas propostas de retomada do desenvolvimento, com a expectativa de uma campanha de bom nível para nos consolidarmos como um quadro de renovação na vida pública”, ressaltou Kassab.

PTB

A aliança com o PSDB foi homologada em votação simbólica – sem registro nominal dos votos, na convenção do partido. Presente no encontro, Alckmin destacou que o PTB foi o primeiro partido a declarar apoio à sua candidatura e defendeu a pacificação do país para que a economia volte a crescer e gerar empregos e renda para a população.

Alckmin citou o processo de redemocratização, a Assembleia Nacional Constituinte e a implantação do Plano Real, no governo Itamar Franco, como momentos de conciliação do país. “Nosso país está dividido, quanto ódio, quanto ressentimento. Precisamos unir, pacificar. Todas as vezes que o Brasil teve um esforço conciliatório, a democracia consolidou-se, a economia melhorou e os avanços sociais cresceram”, disse.

Em seu discurso, o presidente do partido Roberto Jefferson fez uma rápida retrospectiva do país a partir da era Getúlio Vargas, passando pelos governos de Juscelino Kubitschek, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, com críticas ao período dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Para o petebista, para voltar a crescer o país precisa fazer reformas: “Hoje ou o país reforma ou reforma”.

Cotação para vice

O Solidariedade apresentava na disputa eleitoral o nome de Aldo Rebelo, ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro dos governos de Lula e Dilma, como pré-candidato à Presidência.

 

Publicidade

Com informações de Agência Brasil

Comentários

}