O jornal eletrônico de Águas Claras • Domingo, 19 de Agosto de 2018

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Acidente

Morre uma das três sobreviventes do acidente aéreo em Cuba

A aeronave caiu nos arredores de Havana, deixando mais de 100 mortos

A bailarina de flamenco e universitária cubana Grettel Landrove, 23 anos, morreu ontem (21) à noite, depois de ter conseguido ser resgatada com vida do acidente aéreo ocorrido na última sexta-feira (18), nos arredores de Havana (Cuba). Grettel era uma das três mulheres sobreviventes. Com isso, no total, o acidente matou 111 pessoas, inclusive um bebê, de 2 anos, e quatro crianças cujas idades não foram reveladas.

Resgatada em meio aos destroços do avião, Grettel apresentou danos neurológicos severos, segundo informações do Hospital Universitário General Calixto García para o qual ela e as demais sobreviventes foram levadas.

As outras duas sobreviventes Maylén Díaz, de 19 anos, e Emiley Sánchez, de 39, permanecem em estado “crítico extremo, com elevado risco de complicação”, de acordo com boletim médico.

 

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O Boeing 737-200 caiu com 113 pessoas a bordo no último dia 18, pouco depois de decolar do aeroporto de Havana. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

Estavam a bordo 102 cubanos, seis tripulantes mexicanos, dos turistas argentinos e uma mexicana, e dois residentes em uma ilha caribenha.

Cuba pode levar até um ano para concluir investigações sobre acidente

Três dias após o acidente aéreo em Cuba, que matou 110 pessoas, as autoridades cubanas intensificaram as investigações para esclarecer as causas da queda do avião, na última sexta-feira (18), nos arredores de Havana (Cuba), e o processo de identificação das vítimas. As investigações sobre as causas do acidente podem levar até um ano, já a identificação das vítimas deve ser concluída em um mês.

O Instituto de Medicina Legal informou que foram identificados 33 mortos. Apenas três mulheres sobreviveram e estão em estado grave.

Reconhecido como um dos principais especialistas de Cuba pelo trabalho que desenvolveu nas buscas e descobertas dos restos do guerrilheiro argentino-cubano Ernesto Che Guevara, na Bolívia, Jorge González disse que o processo de identificação das vítimas deve durar mais um mês. Porém, de acordo com ele, as investigações sobre as causas do acidente podem levar até um ano.

 

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Com informações da CubaTV, emissora pública de televisão

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